quarta-feira, 3 de julho de 2013

OBESOS SE DEPRIMEM FACILMENTE; A DEPRESSÃO É UM IMENSO FARDO QUE A OBESIDADE IMPÕE AOS HUMANOS – ENDOCRINOLOGISTAS - DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. E DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

COMO OBJETIVO CARACTERIZAR UMA AMOSTRA DE INDIVÍDUOS OBESOS DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS EM RELAÇÃO AO ESTADO EMOCIONAL E À PERCEPÇÃO DE SUPORTE SOCIAL SALIENTAM A IMPORTÂNCIA DE CONSIDERARMOS, NO TRATAMENTO DA OBESIDADE, SIMULTANEAMENTE OS NÍVEIS DE ANSIEDADE E DE DEPRESSÃO E TER SEMPRE EM CONTA O PAPEL QUE O SUPORTE SOCIAL DESEMPENHA, ENQUANTO MEDIADOR DESTAS VARIÁVEIS.

Apesar de não existirem alterações psiquiátricas específicas associadas à obesidade, sobrepeso, sintomas depressivos e ansiosos são frequentemente identificados pelos Endocrinologistas e Neuroendocrinologista. A obesidade, doença de prevalência crescente, é determinada pela associação de vários fatores: orgânicos, genéticos, ambientais, culturais, alimentares e emocionais. Podem interferir no resultado do tratamento proposto, em sendo assim tenha seu foco na prevenção. Estudos têm demonstrado que pacientes com obesidade central têm aumento da secreção de cortisol, provavelmente porque têm maior atividade do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA). A relação cintura-quadril elevada (RCQ) é associada com baixa produção de esteróides sexuais, estrógeno, progesterona e principalmente testosterona no homem, que acabará comprometendo a quantidade de espermatozóide e diminuição da libido por diminuição da testosterona nos homens, ou por sua vez dificulta a fecundação e uma baixa taxa de secreção do hormônio do crescimento – HGH ou Somatotropina ou composto 191. Altos níveis de cortisol e insulina combinada com os baixos níveis de hormônio do crescimento-HGH e esteróides sexuais podem causar acúmulo de lipídios. 

Estas alterações hormonais, provavelmente, produzem mais deposição de gordura visceral do que a deposição de gordura subcutânea. Pacientes que são deficientes em testosterona ou hormônio de crescimento – HGH mostram uma redução da adiposidade visceral, quando os seus níveis hormonais são normalizados. O estresse, a ansiedade e a depressão tem se mostrado ativa no eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA) e pode causar alterações hormonais associadas à obesidade. Indivíduos com cintura-quadril elevada RCQ elevada têm indícios de altos níveis de estresse e ansiedade e depressão. Macacos que estavam estressados ​​por ruptura social foram encontrados com níveis de cortisol aumentado e os níveis baixos de esteróides sexuais, o que induz o desenvolvimento da ansiedade e depressão. Muitos desses animais tinham resistência à insulina e adiposidade visceral. Estimulantes, como álcool e tabaco, também aumentam a atividade do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA). Portanto a complexidade das Anormalidades endócrinas da obesidade, não estaciona apenas com dietas nutricionais ou exercícios físicos e fase complicada do metabolismo urge que o Endocrinologista ou Neuroendocrinologista intervenha com bom senso e competência no sentido de reverter uma doença epidêmica evolutiva.


Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologista 
CRM 20611 

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologista – Medicina Interna 
CRM 28930 

Como Saber Mais:
 
1. O estômago de uma pessoa adulta, quando não ocupado, tem um volume de cerca de 80 mililitros...
http://gorduravisceral.wordpress.com/wp-admin/

2. A dilatação do estômago à medida que se toma uma refeição é determinada pela ação de duas proteínas. Os cientistas que as identificaram admitem que a descoberta possa ser útil no tratamento da obesidade, sobrepeso, obesidade visceral, abdominal ou central...
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3. Em um futuro não distante, poderá haver medicamentos que inibam a capacidade que o estômago tem de se dilatar à medida que vai recebendo alimentos. Estas proteínas foram batizadas de P2y1 e P2y11
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AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.



Referência Bibliográficas
Prof. Dr. João Santos Caio Jr, Diretor Cientifico et Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Diretora Clinica - Van Der Häägen Brazil, São Paulo - Brasil, Björntorp P ,Universidade de Göteborg, Sahlgrenska Hospital, na Suécia.

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